Título Original: Feeding The Flame
Autor: T. Lobsang Rampa
Tradução: Ruy Jungmann
Editora: Record
Número de páginas: 172
Ano: 1971
Origem: Emprestado
Citação:
"Os pensamentos humanos não são constantes e ninguém pensa na mesma coisa ao mesmo tempo com a mesma intensidade. Lembram uma massa de pessoas circulando, todas caminhando, mas fora de compasso, enquanto que se pudesse pensar 'em compasso', obrariam realmente milagres. Se querem pensar um pouco mais no assunto, lembrem-se de um exército, de um regimento que marcha sobre uma ponte. Se marchassem em compasso sobre a ponte, os soldados a destruiriam e, por esse motivo, recebem instruções para 'romper o passo' antes de atravessá-la. Continuam a andar, portanto, tão desordenadamente como uma multidão, destruindo-se, assim, o efeito sempre maior de homens marchando no mesmo ritmo. Dissipa-se a força, e a ponte nada sofre.
(...)
Se fosse possível reunir, oh, basta meia dúzia de pessoas, que pudessem pensar absoltuta e deliberadamente em ondas do padrão correto, elas poderiam derrubar ou formar governos, elevar um país acima de todos os demais e realizar coisas que se considerariam totalmente impossíveis."
Sinopse:
Milhares de leitores perguntam através de cartas sobre suicídio, meditação, sabedoria, sucesso, felicidade. Nesta fase especial de sua obra, o Dr. Rampa procura responder a todas as questões que lhe são endereçadas.
A Chama Sagrada
Terça-feira Lobsang Rampa era dono de uma personalidade singular que variava de bem humorado ao ranzinza, às vezes misturando os dois. Independente do tema do livro sempre dou boas risadas ao lê-lo!
Em "A Chama Sagrada" relata que, num leito de hospital, recebeu a visita astral de um mestre budista, que o
incubiu de escrever o que seria, teoricamente, o último livro de sua vida, antes que pudesse descançar das terríveis dores que sentia, e terminar sua jornada na Terra. Teoricamente, porque depois que quando estava terminando de escrever este, recebeu a incubência de outro
Lobsang Rampa era diabético e sofria de trombose - problema que o fez passar muitas noites no hospital, até que os médicos concluiram que não podiam mais ajudar. Voltou, então, para o pequeno apartamento onde vivia no Canadá, com sua esposa e filha adotiva, e deu início ao que pensava ser sua última obrigação aqui neste mundo: alimentar a chama do desejo por conhecimento, que ele acendeu em seus leitores através de seus livros anteriores.
Para isso responderia a perguntas selecionadas dentre as que recebia por intermédio das cerca de setenta cartas entregues diariamente em sua residência. Mas apenas as que não fossem por demais estúpidas. A estas ele ignorava, a menos que fossem especialmente 'interessantes'. Neste caso, ele compartilhava a pergunta conosco, para que pudéssemos rir ou chorar com ele.
Rampa, que já não levantava da cama, em meio às suas características digressões, relatos de causos interessantes e de descrições das coisas que via e que aconteciam durante os dias em que escrevia o livro, responde às tais questões - que valessem a pena -, inclusive uma sugerida telepaticamente por suas gatas siamesas, a quem tratava como filhas. As perguntas giravam em torno de ocultismo, obviamente, e abrangiam temas como carma, vida após a morte, a morte em si, viagens astrais, reencarnação, entre outros; e eram respondidas de acordo com seus conhecimentos adquiridos segundo o budismo - religião da qual outrora foi um monge -, mas levando em conta observações científicas e de medicina, e utilizando-se de muita alegoria para facilitar o entendimento dos assuntos tratados.
Por ser, eu mesma, estudante de ocultismo há dez anos, tenho especial interesse pelos assuntos tratados por Rampa, e posso dizer que sou sua fã desde que li um título assinado por ele pela primeira vez, "Você e a Eternidade", em 2006. Lê-lo, para mim, é sempre um gosto, principalmente pela forma divertida com que se expressa. Todavia, para quem não conhece Lobsang Rampa, a minha sugestão é começar com "A 3ª Visão" - o primeiro livro de sua autoria. Isto porque é necessário que se conheça, ao menos um pouco, os ensinamentos do autor antes de ponderar sobre as perguntas e respostas fornecidas em "A Chama Sagrada".
Para finalizar, não posso deixar de dizer que este não é um livro para qualquer pessoa ler. Nenhuma das obras de Lobsang Rampa o são. Para lê-lo é preciso ter uma mente aberta e um senso de respeito muito grande para saber o que absorver e o que descartar, sem nem transformar seu conteúdo numa doutrina e nem crucificar o pobre homem que nem nesta vida está mais.
Para aqueles que são abertos à novos conhecimentos e novas perspectativas, Terça-feira Lobsang Rampa sempre vale a pena. Posso garantir.
Skoob:
Página de A Chama Sagrada, de T. Lobsang Rampa, aqui.
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