Título original: The Witching Hour - Lives of the Mayfair Witches - Book One
Autor: Anne Rice
Editora: Rocco
Páginas: 490
Tradução: Waldéa Barcellos
Ano: 1994
Edição: 1
Sinopse:
A Talamasca, um grupo com poderes extra sensoriais voltados para o bem, durante séculos pesquisou a vida da família Mayfair, uma dinastia de bruxas que começou no século XVII, na Escócia, transplantou-se para o Haiti e de lá para a fantasmagórica Nova Orleans. É através dos seus volumosos arquivos que vamos descobrir essa saga de seres decadentes e mórbidos, convivendo pacificamente com o incesto, as tempestades e um espírito, meio divindade celta, meio demônio, chamado Lasher.
Cabe agora a Rowan, brilhante neurocirurgiã californiana e herdeira do Clã, decidir-se entre o amor de Michael Curry e a sedução de um ser poderoso que quer ficar nesse mundo para sempre.
Anne Rice, mais uma vez prova por que é a mestra do gótico contemporâneo, dominando, ao mesmo tempo, as rédeas do drama, da inspirada sexualidade e do fantástico.
Sinopse:
Cabe agora a Rowan, brilhante neurocirurgiã californiana e herdeira do Clã, decidir-se entre o amor de Michael Curry e a sedução de um ser poderoso que quer ficar nesse mundo para sempre.
Anne Rice, mais uma vez prova por que é a mestra do gótico contemporâneo, dominando, ao mesmo tempo, as rédeas do drama, da inspirada sexualidade e do fantástico.
A Saga Mayfair
Em 1689 é a primeira vez em que se ouve falar em Lasher, um espírito que controla os ventos e as tempestades, invocado para servir apenas aos eleitos (um por geração) da família Mayfair. Mas quem controla quem? Serão as bruxas da notória descendência irlandesa que controlam o espírito, ora amante devotado, ora um verdadeiro demônio? Ou será ‘o homem’ que aprende, as ama e vive através delas?
Em 1689 é a primeira vez em que se ouve falar em Lasher, um espírito que controla os ventos e as tempestades, invocado para servir apenas aos eleitos (um por geração) da família Mayfair. Mas quem controla quem? Serão as bruxas da notória descendência irlandesa que controlam o espírito, ora amante devotado, ora um verdadeiro demônio? Ou será ‘o homem’ que aprende, as ama e vive através delas?
A primeira coisa que devo dizer é que não será no livro do
primeiro volume que ficaremos sabendo quem, de fato, controla quem. Se você
espera um título onde as coisas se desenrolam com princípio, meio e fim,
trazendo novos problemas para a continuação da série, pare de esperar. É como
um único livro, dividido em volumes.
No primeiro volume da série, que eu não recomendo que se
comece a ler sem que o segundo livro esteja bem ao lado, esperando, nos traz um
emaranhado de impressões de diversas personas, todas relacionadas, de certa
forma, com Lasher. Seja através do próprio demônio, ou por Deirdre, que se não
fosse a sinopse na contra-capa do tomo, se pensaria se tratar da protagonista
de A Hora das Bruxas. Ledo engano.
Trata-se de Rowan, filha de Deirdre, quem herdará toda a
fortuna do legado da família Mayfair e, também, Lasher. Trata-se, também, de
Michael Curry, através de quem conheceremos esta fantástica genealogia, estas
impressionantes bruxas.
O livro é quase uma decepção. Quase. Se não nos comovêssemos
com Michael, com a inerte Deirdre e não mergulhássemos nas histórias de cada um
de seus antepassados, personagens magníficos, e se não tivesse sido um extremo
deleite mergulhar nesta viagem, seria decepcionante a forma como este primeiro
volume chega ao fim. Devo dizer que não é, de forma alguma, o fim. Não chega a
ser nem o fim de uma parte. Desesperador, não ter o segundo título nas mãos.
Ansiosa como sou, a cada página que virava e não havia menção de voltarmos ao
presente, era mais um pouquinho de nervosismo. Principalmente porque
chegávamos, a cada capítulo, mais perto de Deirdre e sua misteriosa história.
Não vou revelar mais. Também não é justo com quem prefere a
surpresa. Mas também é verdade que quem prefere surpresas não lê blogs de
resenhas... Mesmo assim, não gosto de spoilers demais. Precisa-se oferecer um
gostinho e sair, discretamente. Ou subitamente, dependendo do humor.
Poderia terminar assim: me apaixonei por Lasher. Pronto
falei. Queria ter um Lasher assim. Mas não. Quero falar de como a viagem pela
história dos Mayfair ancestrais me comoveu, principalmente as primeiras de que
se tem notícia. Também quero falar de como Julien era formidável! Simplesmente
formidável! De como é de suma importância que eu conheça o final desta
história, agora que sei como começou.
Recomendo totalmente A Hora das Bruxas, Volume I. Trata-se
de um livro grosso, com letras pequeninas e uma bonita história de terror! Como
não recomendar? Volume dois, aqui vou eu!
Skoob:
Página de A Hora das Bruxas no Skoob, aqui.
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Página de A Hora das Bruxas no Skoob, aqui.


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